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Trajetória

O dia 30 de agosto de 1968 é emblemático na vida da família Schumann Rosso. Nascia, no Rio de Janeiro, o filho do meio do seu Aldo e da dona Nair, Rogério. Irmão do André e da Gabriella, ele teria, 42 anos depois, o seu destino selado junto com o da capital que seus pais escolheram para viver seis meses depois de seu nascimento.

Rogério Rosso tem 45 anos, estudou em escolas públicas, fez estágio na Funai, iniciou sua vida profissional aos 14 anos, formou-se em direito e é especialista em marketing e direito tributário.

É casado com Karina Rosso com quem tem 4 filhos, trabalhou no setor privado como executivo na Mercedez Benz, Catterpilar e Fiat. Em 2003 foi secretário de Desenvolvimento Economico. Criou o Pró-DF, um dos mais importantes programas de geração de empregos da história de Brasília.

Em 2004 como Administrador de Ceilândia fez uma revolução em obras como a construção do Shopping Popular, implementação do Carnaval e o Ceilambódromo, construção da ala materno infantil do Hospital de Ceilândia, construção da creche na Guariroba e Ginásio coberto, dentre outras obras.

Em 2005 foi candidato a deputado federal, tendo em sua primeira campanha mais de 50 mil votos. Em 2007 dirigiu a empresa de pesquisa e planejamento do DF.

Foi governador em 2010, livrou o DF da Intervenção Federal, garantindo aos brasilienses a continuidade dos serviços públicos. Concluiu mais de 300 obras e ações e entregou o governo com caixa positivo em mais de 1 bilhão.

Em 2011, juntamente com Gilberto Kassab, então prefeito de SP, fundou um dos maiores partidos do Brasil, o PSD. Um partido novo, antenado com a realidade, que em sua primeira eleição no DF apresenta Renato Santana como vice-governador de Rollemberg.

Em 19 de abril de 2010, depois da mais grave crise política e administrativa que a Capital da República viveu em seus jovens 50 anos de existência, o comando da cidade de mais de 2,5 milhões de habitantes, bem diferente daquela quando seu Aldo e dona Nair desembarcaram aqui, foi confiado ao 14º governador que a cidade teve.

Quis o destino que o seu filho de coração fosse o eleito para liderar o Governo do Distrito Federal em meio ao caos. Como o primeiro governador eleito indiretamente, foi a ele confiado o destino da cidade que sangrava depois de dezenas de denúncias de corrupção. A ele também foi confiado o futuro desses milhares de brasilienses que, estarrecidos, lamentavam a nuvem negra que pairava sobre a terra prometida de Dom Bosco e JK.

Foram nove meses, mais especificamente 257 dias de muito trabalho para por a casa em ordem. E, acompanhado de uma equipe qualificada, a maior parte formada por servidores concursados do próprio governo, ele levou a sua tarefa adiante e mostrou que era possível resgatar a esperança da população e a imagem da cidade à beira de seu cinquentenário.

Um choque de gestão em todas as áreas, com a suspensão de contratos com irregularidades, economia de dinheiro público, apurações de denúncias e abertura de processos investigatórios internos, além da retomada de uma máquina administrativa pesada e quase paralisada, com a volta à sociedade de serviços essenciais.

A experiência na gestão privada do rapaz que acreditou no potencial de desenvolvimento da cidade foi primordial para reverter a crise. Desde 2000 na vida pública, seu talento transformou a cidade com experiências com o Pró-DF, que gerou mais de 100 mil empregos em mais de uma década de implantação. No comando da maior cidade do DF, Ceilândia, outra onda de transformação com o principal dos legados: transformar uma cidade desacreditada, uma favela, em uma das principais cidades brasileiras de desenvolvimento e geração de emprego e renda.

Uma família construída na cidade que ele adotou como sua: esposa e quatro filhos. Força de vontade, esperança, determinação e muita ação foram os principais ingredientes do seu maior desafio, assumido e cumprido. Agora, na Câmara dos Deputados, seu propósito de construir uma cidade cada dia melhor para todos faz dele o melhor aliado para o futuro do DF.